quarta-feira, 19 de outubro de 2011
A ÊNFASE DOS APÓSTOLOS
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A CRUZ DE CRISTO
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Cristianismo sem Cristo
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Nossa fé e prática são culturais ou cristãs de fato?
No livro cristianismo sem cristo, Michael Horton, nos acusa de termos conseguido o que nunca foi realizado em toda história da cristandade. De alguma forma, conseguimos pregar Cristo crucificado de tal maneira, que poucos são ofendidos; o que foi uma vez um Deus que não se deixa controlar, de repente, parece bonzinho, e o evangelho faz todo sentido - assim como estamos acostumados a fazer sentido. Para Horton, nós simplismente não podemos suportar nos submetermos às maquinações de um Deus vivo, determinando a nos ter em seus termos e não nos nossos. Então, inventamos um deus em nossos próprios termos. Um cristianismo contemporâneo frouxo é o resultado. Nessa saga, as raízes do nosso mal-estar teológico atual são expostos, e vemos os caminhos errados que tomamos quando começamos a nos levar mais a sério que a Deus. Horton alegremente nos relembra de que o pensamento teólogico é mais interessante que todas as distrações que nos mantêm ocupados, porém desnutridos. O argumento de Horton é maravilhoso, se não vejamos:
É fácil desviarmos a atenção de Cristo como a única esperança para os pecadores. Quando tudo é medido pela nossa felicidade e não pela santidade de Deus, o sentimento de sermos pecadores se torna secundário, talvez mesmo ofensivo. Se formos um povo bom que perdeu o caminho, mas com intruções e motivações corretas, podemos nos tornar pessoas melhores, precisamos apenas de um treinador de vida, não de um redentor. Aí somos embalados para domir enquanto aparamos nossa mensagem para caber na banalidade da cultura popular e invocamos o nome de Cristo por qualquer coisa, exceto pela salvação do juízo vindouro.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Deus ou o "Eu" no centro?
domingo, 21 de agosto de 2011
REPRESENTAÇÃO!!!
Representação é uma forma de interpretação da realidade, proposta pela sociologia. As interpretações de significado da história, do ponto de vista das representações é interessante "em certo sentido" porque leva-nos a questionar algumas realidades que achamos tão "natural"; e que muita das vezes levamos até as ultimas consequencias e nem é pra tanto. Por outro lado ("ou em outro sentido") a interpretação representativa deixa a desejar pois não leva a sério a dignidade da vida humana. (a final de contas não estamos num matrix). Essa forma de ver a realidade não leva em consideração que o ser humano é um ser moral ( ou ao menos tem um senso de dever moral) e que em geral essa moralidade nasce da comunição daquilo que de fato é "natural" ao homem. Por isso é muito mas facil falar de representação em relação ao homosexualismo do que em relação a pedofilia, pois mesmo em um tempo de tanta perversão o ser humano ainda sera respossabilizado por suas ações. Os intepretes das "representações" não conseguem ver que as representações humanas das realidades são apenas reflexos "do homem interior", como disse Jonh Stott: "A cultura é ambígua porque o homem é ambíguo. O homem é nobre, porque foi feito à imagem de Deus; é ignóbil, porque é decaído e pecador. E sua cultura reflete fielmente esses dois aspectos. ( Jonh Stott comenta o pacto de Lausanne, visão mundial, 1979, p 26). A representatividade começa com o homem, como sendo, a medida de todas as coisas, o homem como um fim em si mesmo. Portanto nessa forma de interpretação não cabe tratado sobre divindade pois, o ponto de partida é o homem e o homem soberano, (ele atribui o significado de tudo) nessa compreensão o homem é supremo. A negação da divindade estar no centro do conceito da representatividade. E com essa negação a história fica totalmente destituida de significado, pois sendo o homem o ponto de partida para a compreensão de toda realidade a subjetividade humana torna impossivel o encontro de objetividade na leitura hitórica, não se pode saber para qual devido fim o homem e o mundo foram criados na realidade nessa cosmovisão (representação) nem o homem nem o mundo foram criados eles apenas surgem. A carta de Paulo aos romanos no capitulo 1.v18 diz que: "A ira de Deus" se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; a divina e justa retribuição do Juiz e sua reação pessoal, provocada pelo mal "moral" é o que esse verso significa. "Impiedade e perversão"; a ordem das palavras pode ser significativa - visto que a decadência moral segue-se à rebilião teológica. " Que detêm a verdade"; não significa que a verdade seja buscada mas não possa ser achada, mas que, confrontada com a verdade, a humanidade caída busca impedir e obstruir a sua influência, a razão pela qual torna-se "indescupável". 1v19 diz que: "Porquanto o que de Deus se pode conhecer"; Paulo salienta aqui a "realidade" e a "universalidade" da revelação divina, que é perpétua (desde o princípio do mundo) e claramente perceptível, a invisibilidade, a eternidade e o poder são atributos divinos expressos em e através da ordem criada. 1v21 diz: "Tendo conhecimento de Deus"; com essas palavras, Paulo salientou que a humanidade não somente tem a oportunidade de conhecer a Deus por meio da criação, mas também que essa revelação produz um "real" conhecimento, o pecado da humanidade consiste na recusa do indivíduo de reconhecer o que já se sabe ser verdade, a consequencia de terem rejeitado a Deus foi que suas mentes e corações se obscureceram, a recusa de honrar a Deus leva todos os esforços intelectuais à frustração. 1v22-23 diz: "Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível"; a arrogância intelectual, na presença de Deus, 'exibe um senso de valores invertido'; a adoração a Deus é trocada pela devoção a ídolos feitos por homens e que refletem os homens, o efeito da perversão da adoraçõo instintiva a Deus é a perversão de outros instintos, que se afastam de suas funções apropriadas. A consequência e a degradação do corpo, a dominação da concupiscência, a desintegração daquilo que é verdadeiramente "natural" e a escravidão a paixões incontroláveis. 1v28 diz: "Por haverem desprezado... O próprio Deus os entregou"; o pecado produz o desdém pelos 'reais valores' e se arisca a ser deixado por Deus a um espírito de lincenciosidade. 1v32 diz: "Conhecendo eles a sentença de Deus"; Paulo via como evidências da culpa e da servidão ao pecado o fato de que o conhecimento do juízo divino não atua mais como força de restrição, antes, torna-se motivo para mais rebelião ainda, sob forma de encorajar outros ao pecado. Este texto confirma que parte da revelação de Deus, mediante a natureza comunica seu caráter moral e um senso de dever moral por parte da humanidade.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
O CONHECIMENTO DE DEUS
Já foi dito por alguém que: "o estudo da humanidade é o próprio homem". Não me oponho a idéia, mas creio ser igualmente verdadeiro que o estudo correto do eleito de Deus é Deus, o estudo apropriado ao cristão é a divindade. A mais alta ciência, a mais elevada especulação, a mais poderosa filosofia que possa prender a atenção de um filho de Deus é o nome, a natureza, a pessoa, a obra e a existência do grande Deus, a quem chamamos de Pai.
Oséias 6:3-6 diz: Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor... Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o "conhecimento de Deus", mais do que holocaustos. Em Filipenses 3:7-11 é nos dito que o conhecimento é mais importante que tudo, na verdade Paulo diz: "considero perda"... "considero como refugo", a palavra grega empregada em sentido figurado; seu significado literal é "lixo" e já foi traduzido como "estrume" é jogado fora com aversão qualquer coisa que possa inteferir na "sublimidade do conhecimento de Cristo".
Portanto qual pessoa em boas condições mentais passaria o seu tempo pensando em "lixo", "estrume", no entanto é exatamente isso que fazemos!
Não há conhecimeto de Deus, nem de suas obras nos dias atuais; certa feita, perguntaram a Jonh Stott em uma entrevista, após tantos anos dedicado à igreja, como o senhor a enxerga? Stott respondeu: "Vejo crecimento sem profundidade muitos quilômetros de extenção, poucos sentimetros de profundidade".
Vivemos em uma época de muita superficialidade, a meditação na palavra, a leitura, pode ajudar a igreja. Ler é viver, a vida não consiste apenas de comer, beber, dormir é preciso alimentar a nosssa mente e o tipo de alimento que damos a nossas mentes determinarão que tipo de pessoas seremos.
Nenhum tema comtemplativo tende a humilhar mais a mente do que os pensamentos sobre Deus mas, ao mesmo tempo, porém que este assunto humilha a mente, também a expande.
João 8:32 diz: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará".
João 17:3 diz: " e a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdaeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviastes". O verdadeiro conhecimento de Deus equivale a vida eterna; "Deus nos criou para ele mesmo, de modo que nossas almas não descansam até que descansen Nele", como disse Agostinho. E como disse João Calvino : " O conhecimento de Deus não está posto em fria especulação, mas lhe traz consigo o culto". "Conheçamos e Prossigamos em Conhecer ao Senhor"!
terça-feira, 9 de agosto de 2011
PARABÉNS LUCAS !!!